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Setúbal, como reconhecida terra de peixe, tem vários mercados. No entanto, pela notoriedade que lhe é reconhecida e devido ao valor histórico que alberga o edifício, especialmente no que diz respeito a arte azulejar, destaca-se, de entre eles, o Mercado do Livramento.

Mercado do Livramento

Conhecido no país pelas bancas de peixe – fresco e muito variado, todos os dias. Aqui se abastecem alguns dos melhores restaurantes da região e não só.

Se a fama entre portas já era uma certeza, o Mercado do Livramento rompeu fronteiras depois de vários críticos gastronómicos (num dos casos o jornal americano USA Today ) o terem colocado ao nível de mercados como o Tóquio ou Brooklyn. O mercado também já foi visitado por várias cadeias televisivas do Japão e também do Brasil (rede Globo e Record).

O edifício centenário  é frequentado por “fregueses” e por turistas. Citado nos guias, é já rota de paragem de muitas camionetas de turistas, que chegam para admirar não só a diversidade do pescado e dos produtos hortícolas mas também ervas aromáticas e produtos regionais – desde vinho a mel, todos os tipos de pão e até algum artesanato.

Com cerca de 300 operadores, os visitantes vêm também admirar o painel de azulejos novecentista, com mais de cinco mil peças, restaurado recentemente.

Aliás, todo o mercado foi alvo de obras de restruturação e requalificação (concluídas em 2013) que não alteraram em nada a traça original.

O primeiro edifício do Mercado do Livramento, inaugurado em 1876, foi substituído por outra construção, em 1930, com o traçado que se conhece hoje e no local atual.

Mas não é só o Mercado do Livramento que merece uma visita mais prolongada. Há vários edifícios, espaços e peças escultóricas que não podem deixar de ser apreciados, principalmente num itinerário pedestre pela cidade.

Azulejaria

Painel de azulejos neobarroco, azul e branco, com representações de atividades agrícolas e comerciais, bem como uma vista de Setúbal do início do século XX, contém aproximadamente 5700 peças, numa área total de 117 metros quadrados

Fonte de Oleiros

Duas figuras de convite em azulejo, com o traje militar adotado após a reorganização do exército na segunda metade do século XVII, dão as boas-vindas a quem vier beber nesta fonte, situada em Oleiros (entre Vila Nogueira de Azeitão e Aldeia de Irmãos).

Casa das Quatro Cabeças

Localiza-se em pleno coração piscatório da antiga vila, no bairro do Troino. Esta casa tem a particularidade de no lintel da porta estar gravada uma inscrição latina com um busto de monarca e noutro ângulo figurarem mais três bustos, todos esculpidos em baixo relevo.

Chafariz de Vila Fresca

Esta fonte, com uma soleira em forma de um amplo patamar rectangular, é coberta com lajes de mármore e de cantaria, algumas delas lápides com inscrições tumulares, provenientes da Igreja de S. Simão.

Fonte Nova

De origem antiga, foi arranjada no século XVI, por ordem do rei D. Sebastião, com fundos provenientes da população.

O fontanário que se pode admirar hoje tem o desenho de finais do século XVIII.

Porta de São Sebastião

Da antiga porta subsiste o arco em brecha da Arrábida. Corresponde a uma entrada na muralha medieval, mandad abrir no reinado de D. João III (séc. XVI) para facilitar o acesso aos arrabaldes de Palhais e Fontainhas.

Fonte do Sapal

Imponente chafariz construído em 1697 na Praça de Bocage, foi mudado, já no século XX, para a atual localização, na Praça Teófilo Braga.

É composto por uma bacia semicircular, na qual se erguem três esferas armilares, entre vários outros elementos decorativos. 

Atrás, a fonte ostenta dois interessantes relevos de galeões do século XVII.

Baluarte da Conceição

O Baluarte da Conceição foi construído em 1692, durante o reinado de D. Pedro II, e integrava a antiga muralha defensiva de Setúbal.

Porta do Sol

Reminiscência da muralha medieval, preserva o perfil gótico.

É também conhecida como  Porta da Moura Encantada.

Fonte dos Pasmados

 “Quem desta água beber ficará para sempre ligado a Azeitão”, esta lenda está associada à fonte de estilo barroco localizada em Vila Nogueira de Azeitão e mandada erigir no século XVIII.

O nome, consta-se, deriva da imponência da construção que “pasma” quem olha para ela.

Aqueduto de Setúbal

Construído no reinado de D. João II,  é uma das obras de arquitetura civil mais marcantes na paisagem da cidade.

Palácio Fryxell

Até ao final do século XVIII foi morada de importantes instituições como o Convento de São Domingos e o Colégio dos Jesuítas, do qual resta hoje a Capela de São Francisco Xavier e os claustros, bem como um troço considerável de muralha medieval. A fachada originalmente setecentista, foi remodelada no século XIX. 

Museus

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Espaços Culturais

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